A Carris Metropolitana iniciou a sua operação, no passado dia 1 de junho, nos concelhos de Alcochete, Moita, Montijo, Palmela e Setúbal. Uma solução que previa melhorar a mobilidade na Área Metropolitana de Lisboa, onde o norte do distrito de Setúbal está incluído, que se estenderá aos restantes municípios no mês de julho.
Se aplaudimos a iniciativa, que visa colmatar uma carência nesta área e em muito poderia beneficiar os nossos trabalhadores, estudantes e restantes munícipes, não podemos deixar de denunciar o mau planeamento deste novo serviço de transportes.
Paulo Ribeiro, presidente do PSD Distrital de Setúbal, denuncia que “o aumento dos valores dos títulos de transporte vendidos a bordo, a lotação dos autocarros devido aos atrasos excessivos são algumas das queixas que nos têm chegado”. Adianta também que “não se pode admitir que um serviço essencial na vida de milhares de pessoas seja desenhado à pressa”.
Na passada segunda-feira, dados indicam que cerca de 90% das carreiras previstas não se realizaram porque os motoristas não conhecem os percursos e as paragens definidas para esta rede de transportes, sendo que a informação disponibilizada aos mesmos, pasme-se, estava em espanhol. Para quem depende deste meio para se deslocar, seja para o trabalho ou para comparecer a uma consulta, teve que esperar inúmeras horas ou utilizar um meio alternativo. A estes problemas, já de si graves, acresce a falta de informação com que os utentes são confrontados, a ausência de horários nas paragens e a deficiente organização do serviço.
O PSD Distrital de Setúbal apela à entidade gestora da Carris Metropolitana que crie estratégias para colmatar as falhas sentidas nestes primeiros dias e que aperfeiçoe a formação dada aos motoristas para que estes consigam prestar um serviço de qualidade aos moradores da AML.

No seguimento da notícia avançada hoje pelo jornal “Expresso”, de que os refugiados ucranianos são recebidos na Câmara de Setúbal por russos simpatizantes do regime de Vladimir Putin, o presidente da Distrital de Setúbal do PSD, Paulo Ribeiro, exige que o Governo e as entidades competentes investiguem “urgentemente” esta situação.
“É incompreensível o que esta autarquia liderada pelo PCP, está a fazer com os refugiados ucranianos. Não aceitamos que a longa mão do KGB chegue a Setúbal”, afirma o dirigente social-democrata.
Segundo a notícia do Expresso, os funcionários russos da autarquia, responsáveis pela Linha de Apoio aos Refugiados, estão a fotocopiar documentos dos refugiados, entre os quais passaportes e certidões das crianças.
Paulo Ribeiro diz que os refugiados ucranianos “não podem sair de uma situação de terror e de constante medo para entrarem noutra”, acusando o PCP de “cegueira ideológica”.
“Já todos percebemos que o PCP suporta as ações de Vladimir Putin. Agora o que não se esperava era que perseguissem os refugiados ucranianos dentro de Portugal”, acrescenta.
Paulo Ribeiro adianta que o PSD vai exigir uma “investigação urgente”, por parte do Governo e das demais entidades competentes, ao que se está a passar em Setúbal.

O presidente da Distrital de Setúbal do PSD, Paulo Ribeiro, reuniu ontem com militantes e simpatizantes de Sines com o objetivo de reativar esta Secção, que tem atravessado um período de inatividade nos últimos anos.Após a reunião, o líder distrital mostrou-se “satisfeito e confiante” na revitalização da estrutura partidária em Sines, tendo em conta a […]

Toma hoje posse o XXIII Governo Constitucional, resultante da maioria absoluta obtida pelo Partido Socialista na últimas eleições legislativas.A Comissão Politica Distrital de Setúbal do PSD deseja ao novo Governo um bom mandato, esperando que possa fazer melhor do que os últimos governos socialistas fizeram pelo nosso País e, particularmente, pelo distrito de Setúbal.No momento […]

🩺 𝑀𝑖𝑛𝑖𝑠𝑡𝑟𝑎 𝑑𝑎 Saúde, 𝑀𝑎𝑟𝑡𝑎 𝑇𝑒𝑚𝑖𝑑𝑜, 𝑠𝑜𝑏𝑟𝑒 𝑎 𝑒𝑣𝑒𝑛𝑡𝑢𝑎𝑙 vacinação 𝑖𝑛𝑑𝑒𝑣𝑖𝑑𝑎 𝑑𝑒 funcionários 𝑛𝑎 Segurança Social do 𝑑𝑖𝑠𝑡𝑟𝑖𝑡𝑜 𝑑𝑒 Setúbal1- Qual foi a intervenção do Ministério da Saúde, designadamente ao nível da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, bem como do Agrupamento de Centros de Saúde da Arrábida, no processo de […]

O Portugal 2030 materializa o Acordo de Parceria a estabelecer entre Portugal e a Comissão Europeia, fixando os grandes objetivos estratégicos para a aplicação, entre 2021 e 2027, do montante global de 24.182 M€.
Deste montante global, o Governo decidiu alocar aos Programas Regionais do continente o montante de 7.833 M€. Estes programas regionais são os instrumentos financeiros que, por excelência, financiam as políticas públicas nos territórios bem como a atividade dos atores autárquicos, empresariais, sociais e científicos. É assim de importância nuclear para a região metropolitana de Lisboa a existência de um instrumento de financiamento capaz de impulsionar os níveis de desenvolvimento socioeconómico.
A questão dos níveis de desenvolvimento da região metropolitana de Lisboa é fundamental para quem aqui trabalha, mas também para o próprio processo de convergência nacional face à média da União Europeia. De acordo com o próprio texto do Acordo de Parceria Portugal 2030, estamos perante uma trajetória de divergência com a EU dado que a “…grande maioria das NUTS II portuguesas, com exceção do Algarve (no Continente) e das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, registarem uma taxa média de crescimento do PIB per capita entre 2000 e 2018 inferior à média de crescimento da UE27.”
Ao focarmos na região metropolitana de Lisboa verificamos que estamos, desde o início do século, numa trajetória descendente. Se no ano 2000, o PIBpc regional representava quase 125% do PIB da EU, na atualidade estamos pouco acima da média comunitária.
A nossa região está a empobrecer desde o início do século XXI.
Esta realidade lesiva dos cidadãos e dos agentes institucionais, económicos e sociais da região, implica uma resposta pública robusta. Face aos desafios regionais, o Primeiro-Ministro António Costa e o seu Governo vai efetuar um corte de mais 400 milhões de euros nos fundos regionais afetos ao Programa Operacional Regional de Lisboa 2030. A dotação proposta é de 381 milhões de euros, quando no quadro do Portugal 2020 – negociado pelo Governo liderado pelo PSD, as verbas para a região previstas eram de 817 milhões de Euros.
Mais uma vez, o Partido Socialista falha à nossa região, quando ela mais precisa, continuando a tratá-la como uma “Filha de em Deus menor”.
Acresce a esta situação de extrema gravidade, a descida da taxa de cofinanciamento dos agentes económicos, sociais e institucionais da região. Enquanto no Portugal 2020 aquela se situava nos 50%, agora com a proposta do Governo do Partido Socialista desce para uns inaceitáveis 40%.
Acresce ainda mais a esta situação de inaceitável discriminação negativa da nossa região, a ausência de financiamento proveniente do Fundo para a Transição Justa, penalizando ainda mais o tecido económico e prejudicando o esforço de transição para um modelo económico mais sustentável.
Este Governo socialista olha para a região com os olhos de Bruxelas e esquece que estamos perante uma região que, embora estatisticamente esteja pouco acima da média da EU, mas que concentra em si um conjunto de graves problemas económicos e sociais, matizados em territórios que são imensamente desiguais entre si.
Não podemos tratar de forma igual o que é diferente!
Com esta tomada de posição pública conjunta das Distritais do PSD de Lisboa e de Setúbal exigimos:
🔶 Não assinatura por parte deste Governo do Acordo de Parceria Portugal 2030, deixando essa responsabilidade para o próximo Governo;
🔶Reabertura do processo de atribuição orçamental de verbas para os Programas Operacionais, incluindo o de Lisboa
🔶Reabertura do processo de cálculo das taxas de cofinanciamento
🔶Abertura do processo de reorganização estatístico NUT na região de forma a beneficiar os territórios mais vulneráveis, nomeadamente a Península de Setúbal e o Arco Norte da Grande Lisboa.
Não podemos aceitar este escândalo para a nossa região, para as suas populações, empresas, associações e universidades.
A região metropolitana de Lisboa também é Portugal!

O presidente da Distrital de Setúbal do PSD, Paulo Ribeiro, diz que o Governo está a tentar interferir na campanha eleitoral, por um lado usando os fundos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), e por outro ao tentar limitar a ação das outras forças políticas, nomeadamente dos sociais-democratas.“Nos últimos dias temos assistido aos anúncios […]

A Comissão Política Distrital de Setúbal do PSD acusa o deputado do PS, José Magalhães, de incitar à violência ao recomendar “cacetadas” aos candidatos social-democratas aos órgãos autárquicos do concelho do Seixal. “Este comportamento é totalmente inadmissível vindo de um deputado da Nação, agravado pelo facto de ser Vice-presidente da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, […]

O presidente da Distrital de Setúbal do PSD, Paulo Ribeiro, exige que o Governo resolva o problema de falta de médicos do serviço de Obstetrícia do Hospital de Setúbal, situação que levou ao encerramento da urgência na semana passada e à demissão do diretor deste serviço.“Este é um problema que se tem vindo a arrastar […]